Blogue de informação e reflexão sobre temas ambientais. Desde Janeiro 2004, porque só os peixes mortos seguem com a corrente.
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007
Milho transgénico é potencialmente tóxico

Um estudo levado a cabo durante 3 meses pelo CRIIGEN revela 60 diferenças significativas entre ratos que comeram milho transgénico NK603 da Monsanto e ratos que comeram milho orgânico. As diferenças, que afectam os rins, o cérebro, o coração e o fígado, e ainda o peso dos animais, poderão ser indicadores de toxicidade.


O mecanismo do comércio de emissões está condenado a falhar, diz a WWF. Tudo porque na primeira fase permitiram que as empresas que reduzissem as suas emissões recebessem créditos extra para vender e ganhar dinheiro. Nesta segunda fase (2008-2012) permite-se a importação de créditos, o que significa que os grandes poluidores poderão comprar créditos de carbono de projectos que foram instalados noutros países para reduzir as emissões.
É impressão minha ou a WWF andou distraída? Ora revejam isto e lembrem-se que já tem um ano.

 

Água contaminada com tritio foi detectada na central nuclear de Brunswick, na Carolina do Norte durante uma operação de rotina à tubaria que recolhe a condensação do sistema de arrefecimento do reactor e da rede de pluviais para um reservatório.


No Colorado, milhares de ex trabalhadores de uma fábrica de armas nucleares de Rocky Flats, a 16 milhas de Denver, poderão perder o direito a indemnizações a que têm direito após anos de exposição a radiações. Inaugurada em 1952, a Rocky Flats produziu mais de 60.000 componentes de armas nucleares, acabando por ser encerrada em 1989 por crimes ambientais cometidos pela operadora Rockwell International.

Houve depois uma acção de descontaminação, o sítio virou zona selvagem, mas há muita estória por esclarecer.

 

A Cool Earth promete comprar e proteger terras na Amazónia e já recebeu 20.000 doações cujo total não revela. Um dos mentores do projecto é o milionário sueco Johan Eliasch.

O director-geral do Serviço Florestal do Ministério do Meio Ambiente, Tasso Azevedo, já veio avisar que a floresta não estava à venda e que a Lei de Gestão de Floresta Pública, em vigor desde o ano passado, proíbe a venda de qualquer área na floresta que já não tenha títulos de propriedade privada.


No Bangladesh, a reserva florestal de Jugalchhari, no distrito de Khagrachhari, desapareceu totalmente em 21 anos com o beneplácito e conivência do ministério das florestas e dos parques.

Ambiente
Publicado por OLima às 00:43
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2 comentários:
De MC a 15 de Junho de 2007 às 10:58
Não percebo a argumentação relativa ao mercado de emissões. Desde já digo que houve muita permissividade nas atribuição dos cŕéditos.
As empresas receberam créditos equivalentes à sua poluição normal. Quem fez um esforço de redução (o que normalmente custa) merece ser financiado. Neste mercado é financiado pelas que não reduziram. Parece-me fazer sentido. "Subsídio" a quem reduz, "multa" a quem não reduz.
Na segunda fase a mesma coisa, só que transfronteiriço (por acaso julgava que isso já estava em prática).
No posto de há um ano também é dito que os países da UE emitiram licenças a mais, para depois dizer logo a seguir que os preço explodiram. Os preços sobem porque há muitas empresas a quererem emitir mas há poucas licenças disponíveis para comprar. Atenção eu acho que as licenças foram demasiadas, agora vejo na subida do preço um excelente sinal, e não a prova do não funcionamento.
Quanto ao envolvimento dos bancos, os bancos especulam sejam em que mercado for. Sejam acções de multinacionais, petróleo, bananas, farinha, direitos de emissão.. O que é que o envolvimento dos bancos prova?
De OLima a 15 de Junho de 2007 às 14:05
Prova precisamente que é possível fazer negócio com tudo, até mesmo com o ar que se respira. A continuarmos nesta lógica, n
ao tarda muito que nos façam como aos cavalos: nos ponham, em vez de antolhos e freios, nos ponham uma caixa/capacete na cabeça para medir o ar bom que respiramos e o facturem.

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