Amair Feijoli da Cunha, o Tato, envolvido na morte de Dorothy Stang, é condenado a 18 anos.
Amair Feijoli, acusado de ser intermediário entre financiadores e assassinos de Stang, foi condenado por homicídio qualificado após confessar ter recebido R$ 50 mil para contratar o assassino.
Dorothy, 73, foi ameaçada de morte inúmeras vezes, mas não se intimidou e manteve sua presença em Anapu. Ela foi assassinada em Fevereiro de 2005 por uma quadrilha de grileiros em Anapu, no Pará, quando se dirigia para uma reunião de agricultores. O crime aconteceu em uma estrada a 53 Km de Anapu. Abordada por dois homens, a missionária foi atingida por disparos efetuados por um deles.
Os tiros que a mataram foram efectuados por Rayfran das Neves Sales, de 29 anos, conhecido como Fogoió. O homem que o acompanhou na execução, conforme os levantamentos da polícia, foi Clodoaldo Carlos Batista, o Eduardo, de 31 anos.
Ambos foram julgados em Dezembro de 2005 e condenados respectivamente a 27 e 17 anos de prisão. Ainda faltam ser julgados dois suspeitos de serem os mandantes do crime: Regivaldo Galvão e Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida.