Blogue de informação e reflexão sobre temas ambientais. Desde Janeiro 2004, porque só os peixes mortos seguem com a corrente.
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
Balbúrdia na indústria nuclear francesa
  • O concelho do Funchal lidera, a nível nacional, a taxa de materiais recicláveis, com uma média de 25,66%, muito acima da média nacional de 10%, diz Miguel Albuquerqu, presidente da autarquia local. Público.
  • Os maus cheiros provenientes da ETAR da Quinta dos Gatos, em Samora Correia, Benavente, estão a revoltar os moradores, que têm feito de tudo para que o problema seja resolvido. O Mirante. Então não vos disseram que a concessão ia resolver muitos problemas que a administração pública, burocratizada, entravava? Quem mandou concessionar os serviços públicos camarários à Águas do Ribatejo? Exijam agora responsabilidades aos vogais da Assembleia Municipal!
  • A construção da central nuclear de Olkiluoto, na Finlândia é mais um exemplo de falhanço total. Já com pelo menos três anos de atraso em relação à data prevista da sua inauguração e entrada em funcionamento, esta central, construída pela Areva e pela Siemens, revela-se um sorvedouro sem fundo de muitos fundos europeus e os responsáveis embrulharam-se numa feia batalha jurídica sem fim à vista. Tudo ao contrário do que os paladinos do nuclear tinha previsto e garantido: rapidez, economia e eficiência. The National.
  • A indústria nuclear francesa entrou em balbúrbia protagonizada pelas duas operadoras estatais. A EDF, que gere 58 reactores, acusa a Areva de ter interrompido a entrega de urânio para reprocesssamento a 4 de Janeiro. Enquanto o presidente Sarkozy não resolve o diferendo, a Areva vai dizendo que tem reservas suficientes para garantir o abastecimento de electricidade durante vários meses. Segundo a responsável da Areva, os atritos terão sido despoletados pela falta de apoio da EDF na negociação da construção de dois reactores em Abu Dhabi e que a França perdeu para a Coreia do Sul. The Times.
  • O ministro da Indústria de espanha foi acusado por três organizações ambientalistas de querer comprar os alcaides com dinheiro público para os forçar a aceitar cemitérios nucleares nos seus territórios. El Mundo.
  • O mercado eólico marinho europeu cresceu 54% em 2009, revela a Associação Eólica Europeia (EWEA).
Publicado por OLima às 00:02
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