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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
Estudo de impacto ambiental apetitoso
Publicado por OLima às 00:33
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2 comentários:
De Osvaldo Lucas a 4 de Fevereiro de 2009 às 18:54
Do Correio da Manhã:
Apesar do mês de Janeiro ter sido o mais chuvoso dos últimos anos, muitas barragens continuam abaixo dos 40 por cento de capacidade de armazenamento. De acordo com o boletim mensal do Instituto da Água, das 55 albufeiras monitorizadas, 17 apresentam disponibilidades hídricas superiores a 80 por cento do volume total e 13 têm disponibilidades inferiores a 40 por cento.

Da fábrica de Conteúdos citando o CM:
A maioria das barragens em Portugal ainda está abaixo dos 40% de capacidade de armazenamento, mesmo com a chuva que caiu no mês de Janeiro.
O Instituto de Águas [sic!] revelou no seu boletim mensal que das 55 albufeiras monitorizadas, apenas 17 têm disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total, sendo que as restantes 13 bacias [SIC!!]apresentam disponibilidades inferiores a 40%.

Do Ondas 3:
A maioria das barragens em Portugal ainda está abaixo dos 40% de capacidade de armazenamento, mesmo com a chuva que caiu no mês de Janeiro, garante o Instituto da Água.

Acho que vou acreditar mais no SNIRH...
http://snirh.pt/snirh.php?main_id=1&item=2.2.2&objlink=&objrede=

Além de que não é fácil saber porque é que uma dada barragem está com uma dada cota/capacidade sem saber os caudais que tem libertado seja para manter caudais ecológicos, água para rega, produção de electricidade, reparações, etc, etc face aos caudais que a ela acorreram, e ainda ao tempo médio que levariam a encher de acordo com o projecto de construção relativamente aos valores armazenados no ano anterior.
Lembra-se ainda que só cerca de metade das médias/grandes barragens estão a ser monitorizadas pelo SNIRH e que uma bacia "pequena" com as barargens com armazenamento a a 100% pode não ser significativo face a uma grande bacia com armazenamento médio.
E a isto tudo deve sonsiderar-se o facto da(s) bacia(s) estivarem bastante subaproveitadas, ou não, em termos de retenção de águas (daí o Plano de Barragens e outras construções que estarão certamente previstas mais tarde ou mais cedo).
De OLima a 4 de Fevereiro de 2009 às 23:51
Obrigado ppor mais este comentário muito esclarecedor e substancial. Tomei nota da página acima referida.

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